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Ele criou uma comunidade empresarial que está gerando novos negócios em Belém

O publicitário Rodrigo Souza passou dois anos investindo em conteúdo regional e criando um conceito horizontal para gerar networking qualificado em Belém; conheça


Comunidade Belém Negócios
Rodrigo Souza, fundador do Belém Negócios

Um grupo de empresários que se reúne mensalmente em eventos e almoços exclusivos para fomentar conexões através de grandes empresas já consolidadas no mercado e novos negócios com potencial de crescimento. Esse é o propósito da Comunidade Belém Negócios, que ao longo de um ano de existência, está se tornando uma vertente do empreendedorismo do Norte do Brasil. O grupo já conta com mais de 200 empresários inscritos. O acesso é feito através de convites e indicações. Entenda!


A comunidade foi lançada em agosto de 2022. O fundador Rodrigo Souza também é idealizador da plataforma Belém Negócios, que compartilha conteúdo sobre negócios regionais e já alcançou mais um milhão de visitas, atingindo mais de 200 mil pessoas por mês. Rodrigo também é idealizador da mentoria BlackStage e é o host do Podcast Belém Negócios.


Rodrigo queria criar uma comunidade para facilitar acessos entre grandes e pequenos empresários, de forma democrática. "Desde quando comecei a idealizar a comunidade Belém Negócios, eu imaginei um espaço onde todos têm os mesmos direitos e acessos, ou seja, sem área VIP ou qualquer formato corporativo, onde alguns tem mais privilégios que os outros. O grupo é horizontal. Qualquer empresário pode se conectar com todos, independente da sua posição social ou tamanho das suas empresas".


Rodrigo comenta que no começo teve muita dificuldade em fazer com que as pessoas entendessem o conceito.


"É natural existir resistência para um projeto inovador como este. As pessoas diziam: não vai dar certo colocar grandes com pequenos no mesmo lugar. Mas o segredo para isso é a cultura. Antes de entrar no grupo, todos entendem que se trata de uma comunidade, onde ali, todos querem se desenvolver. Fazemos também uma minuciosa pesquisa para conhecer o perfil de cada empresário. O posicionamento de cada um, o perfil nas redes sociais. Que assuntos estão abordando? Estão falando sobre negócios ou política? Querem crescer como gestores? Sabem fazer networking? Tudo isso é levado em consideração", explica Rodrigo.


Igor Moreira, diretor executivo da Leal Moreira, é um dos membros da comunidade. "A iniciativa já nasce um sucesso. Nós sabemos que a vida do empreendedor é difícil. São vários os desafios que se apresentam no nosso caminho. Poder contar com compartilhamentos, ensinamentos, experiências, de pessoas que talvez já tenham passado por desafios semelhantes, com certeza pode ser um divisor de águas entre a estagnação e sucesso das empresas".


Roberto Xerfan, CEO da Xerfan Advocacia, também comenta sobre como é participar da Comunidade Belém Negócios: "acredito que a Comunidade Belém Negócios é uma poderosa vertente do empreendedorismo paraense. Desde que descobri o projeto me encantei com as possibilidades e com a entrega que tem sido feita com maestria".


Ubiratan Novelino Jr., diretor executivo da American Farma, foi um dos primeiros executivos a entrar para o grupo: "o principal ponto que é interessante do Belém Negócios é a acessibilidade. É simples, prático e tem a abertura de falar. Além disso, existe uma diversidade muito grande na comunidade".


Marcella Novaes, diretora de operações da Agropalma, também entrou para o grupo, com o objetivo de se manter presente nessa e em outras iniciativas do Belém Negócios: "parabéns pelo projeto! Reunir pessoas de sucesso objetivando a troca de ideias e experiências representa uma ótima oportunidade a todos".


Claudinho Batista, CEO da Jurununense Homem Center, está entre os grandes executivos, que participa da Comunidade Belém Negócios. "Conhecer novos grupos e se apoiar no networking estratégico é um exercício que leva ao sucesso. A Comunidade Belém Negócios está de parabéns por proporcionar uma conexão de alto nível entre os empresários".


Enxergando o potencial da comunidade e as possibilidades que a iniciativa pode agregar para o empreendedorismo local, Rodrigo observa que é importante que cada membro se coloque a disposição para participar dos encontros presenciais. A comunidade se encontra todo mês em almoços de negócios e em painéis empresariais, onde na ocasião um convidado fala sobre seus desafios e estratégias que foram aplicadas ao longo da sua jornada.


Uma experiência para poucos


A experiência envolvida no projeto é um diferencial. Chiara Cruz, sócia da Da Cruz Chocolates, conta que a comunidade proporcionou novos negócios, agilizando reuniões com empresários, donos de supermercados, para exibir seus produtos em prateleiras que antes não havia conseguido expor. "Em todos os encontros da comunidade eu já fiz negócios. Eu sinto que o grupo é acolhedor. A gente se sente pertencente mesmo".


O conceito da iniciativa mescla com a exclusividade. Por mais que seja um grupo horizontal, o interessado deve passar por um processo antes de entrar efetivamente. São realizadas entrevistas pelos consultores, mesmo quando os candidatos são indicados pelos membros.


Antes mesmo de visitar os eventos, o candidato já inicia a experiência para conseguir ser aprovado para a seleta lista de empresários. E ao ser aprovado, também é submetido a um onboarding, para começar a entender como de fato a comunidade funciona, tendo que aceitar regras de convívio, por exemplo.


A lista de empresários que fazem parte da comunidade varia entre quem são destaques em determinados setores, como Leopoldo Couceiro, diretor executivo da Quadra Engenharia, que é referência na área de construção na região, e novos empresários que desenvolvem tecnologias e serviços inovadores. Por mais que existam convidados e membros que investem para participar da comunidade, a dinâmica é mesma para todos.


Todos os membros têm acessos a eventos exclusivos, grupo de WhatsApp, cartão físico intransferível e mais.


"Ter acesso a um ambiente voltado exclusivamente para networking e desenvolvimento é uma experiência única e que não tem como medir o retorno. Não tem preço". Porém, o empresário que gostaria de participar da iniciativa deve fazer um investimento.


Investimento


Para acessar o grupo Belém Negócios, é preciso realizar uma assinatura. O valor está em R$ 1.257,90, sendo o plano anual, que envolve uma taxa de adesão e um valor que pode ser parcelado no cartão. O candidato pode também optar por investir à vista no valor de R$1.154,90.


Rodrigo costuma dizer que se dividir a assinatura em 12 vezes, o valor será irrisório. "Digo aos membros que é o mesmo que deixar de comprar um combo de hambúrguer, fritas e refrigerantes".


O futuro da comunidade


Trata-se de um produto que tem alto potencial para ser escalável. Quantos empresários existem em uma metrópole como Belém? E quantos entendem a importância de um bom networking? Mesmo aqueles que não sabem os benefícios e porque participar de uma comunidade empresarial, um dia pode ver o vídeo de um amigo que está no grupo e se perguntar: como isso funciona?


Rodrigo explica que a comunidade Belém Negócios pode se tornar um grande hub com espaço físico e com serviços específicos para resolver dores do meio empresarial.


"O maior desafio do projeto já foi superado - colocar grandes e pequenos empresários para fazer negócios em um ambiente preparado para isso. Agora resta fazer as famosas pesquisas para entendermos o que eles querem a partir disso", finaliza Rodrigo.


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