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Belém pode se tornar sede de estudos da Petrobras em pesquisas de Perfuração Marítima

O pedido foi realizado pelo senador Jader Barbalho (MDB) e enviado ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira

Foto: Agência Pará

A capital paraense pode virar base de operações da Petrobras em pesquisas de Perfuração Marítima no Bloco FZA-M-59, em águas profundas, do norte do país. A empresa solicitou ao Ibama a retomada da expedição da licença ambiental para a atividade de perfuração marítima na margem equatorial. A Petrobrás precisa de uma base com a infraestrutura necessária para melhorar sua pesquisa.


O pedido foi realizado pelo senador, Jader Barbalho (MDB) e enviado ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. No documento consta que Belém teria a logística necessária para abrigar a base, como o acesso fluvial e marítimo, acesso ao aeroporto internacional, rodovias, hotéis e restaurantes.


A cidade que está localizada próxima à Linha do Equador, a chamada Margem Equatorial é a mais nova fronteira exploratória brasileira em águas profundas e ultra profundas. Situada no litoral entre os estados do Amapá e Rio Grande do Norte.


O primeiro poço, que busca investigar o potencial dessa nova fronteira, se localiza a mais de 160 km do ponto mais próximo da costa e a mais de 500 km da foz do Rio Amazonas. Além da distância na superfície, a perfuração do primeiro poço está prevista para ocorrer a cerca de 2.880m de profundidade de lâmina d’água.


De acordo com a Petrobras, a margem equatorial possui um importante potencial para exploração de petróleo, justificado por descobertas recentes, feitas por outras empresas, em regiões próximas a essa fronteira (nas regiões da Guiana, Guiana Francesa e Suriname). As atividades de petróleo e gás continuarão sendo essenciais, pelos próximos anos, para viabilizar uma transição energética justa, segura e sustentável, garantindo a demanda de energia do país.


Com informações: Dol


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