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Conheça o Primeiro Polo de Inovação da Região do Xingu

Com a aprovação dos primeiros projetos em editais de inovação, e a chegada dos primeiros recursos com subvenção econômica, o interior do Pará avança para a implantação do primeiro Polo Tecnológico em Altamira. Uma comunidade independente, que está criando um centro capaz de atrair e acelerar negócios inovadores no meio da Transamazônica. (Com o plano Inteligent, investindo apenas R$9,90 por mês, você tem acesso a todas as notícias premium do Belém Negócios. Assine!)


Polo Tecnológico Xingu, Instituto Luzes na Amazônia
Diretores fundadores do Instituto Luzes na Amazônia. Imagem: Divulgação

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A história de inovação tecnológica na região do Xingu e Transamazônica começou em Altamira, na garagem de uma residência onde hoje está sendo implantado o laboratório de estudos, pesquisas e prototipagens do Instituto Luzes na Amazônia, a instituição sem fins lucrativos responsável por fazer a gestão do projeto do Polo Tecnológico do Xingu.


Essa história tem como personagem central uma carioca de 33 anos que, após ter mudado para o Pará, em 2014, passou a dar mais atenção às ideias que seu esposo e enteado desenvolviam com o uso de algoritmos na garagem de casa. Camilla Luiz, Bacharel em Direito e empreendedora, percebeu que a sua facilidade de comunicação poderia ser uma aliada para a divulgação de tudo aquilo que ela observava e interagia. Foi assim que nasceram as primeiras ideias sobre um projeto inovador para o desenvolvimento econômico e social no Xingu e Transamazônica.


Em 2018, com o incentivo de alguns amigos, Camilla apresentou a primeira proposta daquilo que inspirou o formato do projeto do polo tecnológico de hoje: na época, a proposta era a de inserção do ensino da lógica de programação e da robótica nas escolas públicas. Ainda, com o entusiasmo de quem acredita no futuro, Camilla concluiu que a sua empreitada teve êxito imediato, tendo o empresário do ramo de provedores de Internet da cidade, Ruy França, como um apoiador irrestrito.


Em 2020, conversando com seu esposo Gerfson Barbosa, surgiu a ideia de construir protótipos a partir daquelas pesquisas e daqueles experimentos que eram realizados ali na garagem. Assim, Gerfson Barbosa e seu filho Cesar Augusto, então com 14 anos, construíram com compensado, pvc e lixo eletrônico, um protótipo de robô que realizava inúmeros experimentos tecnológicos, que também interagia com outros protótipos, inclusive o próprio carro da família. O que eles pretendiam com isso, segundo Camilla Luiz, era provar que as tecnologias são acessíveis e que com vontade e um pouco de conhecimento todos podem desenvolver projetos inovadores e transformar as realidades econômica e social de suas regiões.


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Com a divulgação nas redes sociais, o resultado foi positivo e logo uma figura muito importante chegou para reforçar o time que emplacaria o projeto do Polo Tecnológico do Xingu: Eurípedes Amorim. Referência em empreendedorismo, Eurípedes Amorim apresentou o Instituto Luzes na Amazônia como proposta de Instituição gestora do projeto do Polo Tecnológico do Xingu. E com a proposta aceita, a equipe iniciou o trabalho de criar as conexões institucionais e a assessorar os primeiros projetos para submissão nos editais de inovação com subvenção econômica.


O primeiro projeto aprovado foi o do Totem Robô, que agora já não é mais um protótipo de compensado, pvc e lixo eletrônico, mas com uma nova proposta que está ainda com a redação da patente em andamento.


“Esse projeto é muito simbólico para nós, porque foi o primeiro a receber recursos para a sua realização”, diz Camilla Luiz entusiasmada.


Outros projetos também estão aprovados aguardando a fase de recebimento de recursos.


"Nós, a sociedade civil organizada, estamos trabalhando para a construção do maior projeto de desenvolvimento econômico e social pela inovação tecnológica no interior do Pará”, diz Gerfson Barbosa, idealizador do totem robô.


E essa afirmação se fortalece quando verificamos que a proposta do Instituto Luzes na Amazônia é estimular o empreendedorismo inovador com equipes capacitadas em dar suporte técnico aos projetos; em a instituição ofertar um laboratório comunitário de estudos, pesquisas e desenvolvimento de protótipos; com a captação de recursos com subvenção econômica e com a criação de conexões entre projetistas e investidores.


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“Não existe projeto de Polo Tecnológico sem a participação das ICT’s, sem as Universidades; pois é um projeto de todos, onde a sociedade civil tem a iniciativa e o poder público deve ser indutor do desenvolvimento com os incentivos, porque assim teremos a geração de trabalho, emprego e renda”, afirma Ricardo Ruas, Assessor Jurídico do Instituto Luzes na Amazônia.


E a qualificação da mão de obra local também faz parte da missão da instituição, porque existe a necessidade de essa mão de obra qualificada atender as startups nascentes no sentido de se construir um mercado tecnológico na região.


Assim, o Instituto Luzes na Amazônia reúne uma equipe de profissionais que está sintonizada com o futuro; que está sintonizada com uma nova proposta para o desenvolvimento econômico e social da Amazônia, onde a inovação tecnológica se torna protagonista de uma nova história para a preservação ambiental, para o desenvolvimento humano, para a qualidade de vida e respeito às comunidades tradicionais.


Acesse o site do projeto.

 

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