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Studiobola: Conceituada marca de design chega a Belém

Wal Sarges


studiobola belem
Divulgacao

Belém e sua beleza arquitetônica, em traços influenciados pelos estilos estéticos europeus, está no auge no cenário da decoração e do design. Atentos a esse mercado em expansão, o Estudiobola, que carrega em seus traços, a elegância e a simplicidade em seu desenho autoral, chega à capital paraense e forma parcerias.


"Ver uma peça do Estudiobola aqui em Belém, que respira design, é superimportante para a marca. Estamos ao lado de marcas que fazem bons produtos", disse Mauricio Lamosa ao Portal Revista LIV em um coquetel realizado na noite da última terça-feira, 27, que celebrou a chegada do Estudiobola na loja Mais design, que faz parte do Grupo Paraense de Decoração (GPD).


O Estudiobola foi criado pelos arquitetos Mauricio Lamosa e Flávio Borsato, cujo nome brinca com as iniciais dos seus sobrenomes. A ousadia é uma das marcas da dupla que pesquisa matérias-primas e novas tecnologias para desenvolver novas peças. Os designers também costumam acompanhar de perto a fabricação dos produtos, fazendo uma verdadeira imersão nas fábricas. Esse trabalho resulta em peças elegantes, criações atemporais, que elevam a vida útil das peças, deixando-as agradáveis aos olhos durante anos e à prova de modismos.


Esse conceito é aplicado em toda produção do Estudiobola, desde a criação de uma cadeira até projetos de luminárias. Com isso, a marca conquistou prestígio e respeito no cenário nacional, sendo vencedora de premiações importantes, como o Prêmio de Design Museu da Casa Brasileira, conquistado em 2001 e 2006.


Maurício Lamosa sempre este ligado à decoração quando mais novo. “A beleza me emocionava muito, principalmente o visual das cores. O que mais me apetecia era a minha casa e a casa dos meus amigos. Com 12 anos eu ajudava a minha mãe a mudar os quadros de lugar, a reorganizar a sala toda”, contou ele ao Jornal Gazeta do Povo.


Com o tempo, o olhar de menino vislumbrou um horizonte muito mais encantador, continuou o arquiteto na entrevista. “Só depois a gente entende porque aquilo é belo. Passa a entender a cidade como organismo e o nosso papel como o de um maestro. Digo que a arquitetura é a matemática da beleza. Trata de gerar beleza de forma técnica. Na faculdade, sempre achamos que devíamos aprender a fazer tudo, como o ator que sabe fazer cinema, tevê e teatro. Um dia o Flávio, que cresceu numa fábrica de móveis, me convidou para trabalharmos juntos. Eu nunca disse não para as coisas e topei”.


Confira algumas peças da marca







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