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Paraense está na lista das 100 Pessoas Mais Inovadoras da América Latina

Empresária paraense CEO de foodtech de produtos naturais da Amazônia está na lista divulgada pela Bloomberg Línea, multiplataforma de notícias de negócios da Bloomberg Media

Joanna Martins, CEO e fundadora da Manioca

A Lista de 100 Pessoas Inovadoras da América Latina foi publicada pela Bloomberg Línea, multiplataforma de notícias de negócios da Bloomberg Media. Segundo o site, o processo de seleção é liderado pela equipe editorial da Bloomberg e baseia-se na identificação de casos comprovados e destacados de sucesso em inovação. A lista tbm reflete o compromisso desses líderes com o desenvolvimento e projeção global de seus países, além do impacto do trabalho deles para a geração de empregos na era digital.


A empresária paraense, Joanna Martins, é CEO e fundadora de uma empresa que comercializa ingredientes clássicos da culinária local, como tucupi e jambu. A Manioca produz geleias de pimenta de cheiro, de priprioca e de taperebá, além do doce de cupuaçu, do molho de tucupi preto e muito mais. Os alimentos são cultivados de forma sustentável, através do trabalho de agricultores locais.


"Emoção que não cabe no peito. Não apenas pelo reconhecimento pessoal em si, que muito me deixa feliz, já que, se fato se tem algo que tá no meu DNA é a inovação. Mas também, pelo que tudo isso pode representar pra meus pares, empreendedores amazônidas, e pra minha região. Porque eu sou só um grão de areia no universo que a Amazônia pode representar pra este país e pra humanidade", publicou Joanna em suas redes sociais após a divulgação da lista pela Bloomberg.



Em entrevista ao portal O Liberal, a empresária afirma que é um orgulho poder ver os produtos da Amazônia ganhando força no mercado internacional. "É um orgulho gigante como para qualquer paraense. Fomos educados para não ver o nosso valor. [...] Às vezes, a gente fica na intenção de achar que o outro vai fazer pela gente. Me incomodei em perceber que não tem as nossas comidas lá em São Paulo. Eu resolvi fazer algo para mudar essa realidade e não fiquei esperando por ninguém. Isso tudo é um sistema, quando as engrenagens começam a funcionar juntas, tudo se potencializa. Temos que ter um olhar do 'para a gente primeiro'. Não é porque o mundo está comprando que é mais especial do que a gente mesmo valorizar o que é nosso".







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