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Ele criou a primeira rede social de compartilhamento de livros do Brasil

Startup 100% paraense pretende transformar a conexão pessoal através da leitura; entenda como funciona

startup ler, aplicativo de compartilhamento de livros
Aldo Alves, CEO e fundador da startup Ler

Com pouco mais de 3 (três) meses de lançamento, a Startup LeR (acrônimo para Livros e Rostos) já acumula em seu acervo mais de 500 livros e dezenas de repasses e empréstimos feitas entre os seus usuários. Tal qual o Uber que não possui nenhum carro ou o AirBnB que não possui nenhuma casa, hotel ou quarto, o LeR tem todos os seus livros nas mãos dos seus próprios usuários, promovendo a oportunidade de conexão entre eles através da leitura e se tornando a primeira rede social de compartilhamento de livros do Brasil.

Como funciona


Quando o usuário entra e se cadastra no app, ele é encorajado a cadastrar um ou mais livros para repasse (doação) ou empréstimo. Ao fazer isso, ele tem acesso a todos os livros que estão com os demais usuários do aplicativo. Ao buscar um livro, ele verifica quem o tem, inicia um bate-papo e combina o encontro ou a entrega.


“Os livros dos usuários são físicos, para resguardo dos direitos autorais, já que estes já têm a propriedade garantida, pois foram comprados, funcionando como um grande clube de troca de livros global” – Explica Aldo Alves, CEO e Fundador da Startup – “Estamos agora fechando parcerias com autores e editoras para termos, aí sim, um acervo virtual garantido através de diversos modelos de monetização”.

A monetização da plataforma se dá de várias formas, como por exemplo, conectar os alunos de instituições de ensino entre si e com as bibliotecas de suas escolas ou até mesmo expandir essa plataforma para o poder público, ajudando na socialização escolar, melhorando o programa pedagógico, aumentando os índices de leitura da sociedade e o letramento digital.

Outro modelo diz respeito a empresas que querem aumentar seu fluxo se transformando em pontos de coleta e devolução de livros, investindo assim em educação. Uma das primeiras empresas a apoiar o projeto foi a Xerfan Advocacia S/S: “Vimos no LeR uma oportunidade inédita de poder levar conhecimento jurídico para todos e ser referência nesse segmento de informação para o usuário comum” – atesta Roberto Xerfan Jr. CEO do escritório.

A empresa agora se prepara para uma nova rodada de investimentos para aceleração: “Como toda startup, visamos a receita para atingirmos nosso breakeven point, mas só conseguiremos se pudermos também atingir nosso propósito de dar a devolutiva para a sociedade através do conhecimento e educação.” – explica Aldo Alves.


Conheça o App Ler.


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