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Startups Brasileiras Vão Atrair US$ 29 Bi De Investimentos Em 2022

Comparando com 2021, o mercado de startups tende a atrair três vezes mais o volume de investimentos



2021 foi um ano emocionante para as startups brasileiras. O setor bateu recorde de investimentos de riscos, alcançando a marca de US$ 10 bilhão e dando a luz à 11 novos unicórnios - empresas com o valor de mais de 1 bilhão de mercado.


2022 promete ser ainda mais movimentado. Segundo uma análise feita pela CNN Brasil Business, juntamente com especialistas, o Brasil vai consagrar um ritmo de investimentos na casa dos US$ 29 bi.


A consultora Sling Hub projetou que se as startups brasileiras repetirem o mesmo crescimento apresentado, é possível que fechem este ano com um volume quase três vezes mais do que no ano passado.


“Sendo menos otimista, podemos imaginar que o mercado cresça apenas metade do que cresceu no período anterior, ainda assim terminaríamos o ano com um total captado maior que 2021, de US$ 19,7 bilhões”, afirma João Ventura, CEO da Sling Hub à CNN.


Os setores em destaque


As startups que atuam nos mercados de:


  • Blockchain e biotech, modelo de negócio que visa a utilização de seres vivos (células e moléculas, por exemplo) para desenvolver produtos para o setor agrícola, farmacêutico e alimentício, atrairão os holofotes dos investidores.


A opinião dos especialistas de cada setor ouvidos pela CNN Brasil Business:


  • Beatriz de Orleans e Bragança, analista de investimentos da Fuse Capital, diz que o Brasil experimentou um “crescimento inigualável” no setor de biotech, “muito devido à maturidade científica”.

  • Já Camila Nasser, CEO do Kria, acredita que esta é a vez dos blockchains, NFTs e criptomoedas. “Cada vez mais os nichos tradicionais vão dar espaço para segmentos diferentes”.

  • Julian Tonioli, investidor-anjo e sócio da Auddas, também concorda com Camila. Ele diz que novas tecnologias vão acelerar as oportunidades de investimentos, “principalmente com o advento do 5G, que impulsionará as tecnologias de realidade aumentada, virtualização, e metaverso”.

  • Por outro lado, Gustavo Gierun, CEO e cofundador do Distrito, diz que “historicamente, o setor de fintechs lidera tanto em número de transações quanto em volume investido. A distância para os demais setores ainda é muito relevante e é improvável que algum outro mercado possa assumir esta posição”.


(Com informações da CNN Brasil Business)


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