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Semana de quatro dias de trabalho pode virar tendência no Brasil

Você não leu errado: semana de quatro dias de trabalho já é uma realidade e pode virar tendência



No Brasil, as empresas Crawly e Zee.Dog adotaram a modalidade, funcionários apresentam boa receptividade. Em um artigo publicado pelo site Startse, foi revela que a tendência pode se tornar mais presente na vida do brasileiro.


Semana de quatro dias úteis já é ‘sucesso gigantesco’ em alguns países da Europa e Oceania.



Os testes de uma semana de trabalho de apenas quatro dias na Islândia foram um “sucesso esmagador”, segundo pesquisadores.

A produtividade permaneceu a mesma ou melhorou na maioria dos locais de trabalho. Uma série de outros testes parecidos estão sendo executados em todo o mundo, incluindo na Espanha e pela Unilever na Nova Zelândia.

Aqui no Brasil, as empresas estão adotando cada vez a modalidade.

“Para a gente, é um baita diferencial competitivo no ato da contratação", disse Thiago Veloso, head de marketing da Crawly, ao site Startse.

Como funciona a semana reduzida

As companhias que já adotaram a modalidade apresentam vantagens promissoras.

Os trabalhadores relataram que o bem-estar e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal aumentaram. A produtividade, por sua vez, manteve a mesma e, em alguns casos, aumentou.

Além disso, segundo Marta Pimenta de Brito, professora e psicóloga especialista clínica e trabalho, outras vantagens são estresse reduzido, menor risco de burnout e mais tempo para ficar com a família.


“Também melhora os padrões de sono e tem mais tempo para praticar exercício físico. […] Na minha atividade clínica diária — com pacientes em que atendo no consultório e das empresas que acompanho —, noto que no dia a dia agitado que as pessoas têm vivido, elas sentem, muitas vezes, medo de parar. Muitos até têm medo do silêncio.” Desta forma, a semana de quatro dias pode ser uma boa alternativa para o bem-estar.

No Brasil, a startup Crawly, fundada em 2017, já nasceu com a modalidade de semana de quatro dias de trabalho.

“Quando começamos, ainda não tinha como competir em termos de salário com grandes corporações. Então, decidimos inovar no modelo de trabalho. […] Já sabíamos, aliás, que o rendimento não cai, ao contrário, aumenta na jornada reduzida”, disse em entrevista à StartSe Thiago Veloso, head de marketing da empresa.

Na companhia, os funcionários não trabalham às sextas-feiras.


“É um dia que as pessoas podem resolver as tarefas pessoais sem pressão”, diz ele. “Para a gente, é um baita diferencial competitivo no ato da contratação.”


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