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Em Meio À Pandemia, Bilionários Ficaram US$ 1 Tri Mais Ricos Em 2021

Atualizado: 20 de jan. de 2022

Eles fazem jus ao famoso dito... aquele que relaciona crise a oportunidades



De acordo com o índice de bilionários da agência Bloomberg, a fortuna somada das 500 pessoas mais ricas do mundo aumentou em mais de US$ 1 trilhão (R$ 5,57 trilhões) em 2021. Com o resultado, o patrimônio líquido somado desse clube ultrapassa US$ 8,4 trilhões (R$ 46,9 trilhões) – valor maior do que o PIB individual de todos os países, exceto China e Estados Unidos. Ainda segundo a agência, dez fortunas superam a marca de US$ 100 bilhões, e mais de 200 patrimônios passam de US$ 10 bilhões (R$ 55,8 bilhões).


A riqueza de Elon Musk disparou para níveis alcançados somente por John D. Rockefeller. Bill Hwang perdeu US$ 20 bilhões em dias. Bill Gates - que já foi o homem mais rico do mundo - divorciou-se sob a sombra de Jeffrey Epstein.

Para as pessoas mais ricas do planeta, 2021 foi um ano de enormes ganhos, perdas extremas e um escrutínio sem precedentes.


Acima de tudo, foi um bom momento para ser multibilionário. Mercados de ações em alta e avaliações crescentes de tudo, de mansões a criptoativos e commodities, impulsionaram a fortuna coletiva das 500 pessoas mais ricas do mundo em mais de US$ 1 trilhão, mesmo com a pandemia de covid-19 engolfando o mundo pelo segundo ano.


Os ganhos significam que há agora um recorde de 10 fortunas acima de US$ 100 bilhões, mais de 200 acima de US$ 10 bilhões e Musk atingiu o nível de riqueza, ajustado pela inflação, alcançado pela pessoa mais rica da história moderna. O patrimônio líquido combinado no Índice de Bilionários da Bloomberg agora ultrapassa US$ 8,4 trilhões, mais do que o PIB de todos os países, exceto Estados Unidos e China.


As enormes fortunas acumuladas pelos 0,001% também destacaram como a recuperação desigual do choque econômico da covid-19 se tornou mais arraigada.

Ao mesmo tempo em que os mais ricos se beneficiaram dos mercados de capitais e da política fiscal frouxa, a pandemia empurrou cerca de 150 milhões de pessoas para a pobreza extrema, de acordo com estimativas do Banco Mundial - um número que deve aumentar se a inflação continuar a subir.


Foi uma história diferente na China. A elite financeira do país teve seu pior ano desde que a Bloomberg começou a monitorar riqueza em 2012, perdendo US$ 61 bilhões enquanto Pequim atacava as grandes empresas de tecnologia e promovia a "prosperidade comum".


Jack Ma, do Alibaba Group, desapareceu do palco público e magnatas do setor imobiliário perderam US$ 35 bilhões em meio a uma crise de endividamento que atraiu a repressão dos reguladores.


Ninguém personifica melhor o aperto do que Hui Ka Yan, do Grupo Evergrande. Outrora a segunda pessoa mais rica da China, o patrimônio líquido de Hui caiu US$ 17 bilhões este ano, enquanto seu império imobiliário desabava sob uma carga de dívidas esmagadora. O governo o estimulou a usar sua riqueza pessoal - incluindo, entre outros brinquedos, um megaiate - para ajudar a reembolsar os investidores.


Entre as fontes mais férteis de novas riquezas neste ano estão ativos menos tangíveis: ativos digitais, ações de ações de tecnologia recém-listadas e SPACs (empresas não operacionais criadas para adquirir outros negócios).


O valor volátil das moedas digitais agregou e apagou bilhões para o cripto-evangelizador Mike Novogratz, e um número recorde de ofertas públicas iniciais elevou a riqueza de fundadores como Brian Armstrong - da plataforma de criptografia Coinbase - e David Vélez - do banco digital brasileiro Nubank.


(Com informações de Valor e Linkedin)

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