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A nova iniciativa do Sebrae Pará vai acelerar projetos da bioeconomia; conheça

Iniciativa tem foco em pequenos negócios e sua articulação com as universidades e o poder público, visando às oportunidades da COP 30 em Belém, em 2025

Sebrae Pará
O novo projeto foi lançado em Santarém. Foto: Divulgação

O Sebrae lança nesta quinta-feira (13), em Santarém (PA), a Rede de Inovação do Baixo Amazonas, um projeto que pretende fortalecer a região como polo de ações relacionadas à bioeconomia. A partir de um mapeamento de partes interessadas, como empresas, universidades e integrantes do poder público, a plataforma deve atuar como interface aceleradora, ajudando na coordenação entre as demandas e soluções para o empreendedorismo de impacto local.


A ideia é construir uma rede de impacto de alto nível que seja perene. “Queremos criar um ecossistema que se retroalimenta e permanece no território, de maneira autônoma, sem depender nem mesmo do próprio Sebrae”, afirmou a instituição em nota enviada a Um Só Planeta.


A iniciativa está sendo lançada durante o Sebrae Summit Bio, onde espera reunir inscrições entre os cerca de 300 empresários de pequeno porte presentes em Santarém. O foco do encontro será a construção de estratégias que fortaleçam a bioeconomia e o empreendedorismo sustentável, já tendo em vista as oportunidades geradas pela COP30 em Belém, no próximo ano.


O Sebrae destaca que o projeto vai além do atendimento para negócios. “É o início de um trabalho que vai gerar impactos em políticas públicas, na educação básica e superior, na renda de famílias e também incentivar toda uma construção de cadeias de demandas e ofertas que se conectem. Também estamos falando de conectar demandas de grandes corporações com universidades, para que elas formem profissionais que atendam a essas demandas, que não necessariamente serão empresários, muitas vezes serão profissionais empregados.”


O projeto se apoia no conhecimento do Sebrae/PA sobre os ecossistemas econômicos paraenses, interligando valores como inovação, preservação da cultura local, conhecimento ancestral e biodiversidade. Em 2025, ano da Cúpula do Clima da ONU no Brasil, a meta é posicionar a região como polo de bioeconomia com “uma rede de atores ativa e alinhada, com representantes diversos da academia, empresas privadas, governo e toda comunidade conectada a outros ecossistemas, impulsionando a inovação e o crescimento sustentável.”


Fonte: Um só planeta

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